As mais elegantes e a carta de amor do meu marido esta manhã.

1454772_798862300168327_2270942759358758468_n

 

“Uma nota, digna de registo.
Hoje, várias pessoas, me questionaram sobre como era estar casado com a mulher mais elegante de Portugal (segundo a votação da revista Caras).
1- Agradeço a honra e a distinção que foi concedida à Raquel, que conta com a minha anuência e aprovação.
2- Eu não estou casado com a mulher mais elegante, estou casado com a Raquel que é uma mulher muito elegante. É a mulher que eu amo, faz quase 11 anos.
3- O superlativo de estar com casado com uma mulher tão elegante é… O dia a dia!
4- Porque o dia a dia é feito de pequenos nadas e a elegância não é uma formula, é antes uma forma de alguém se correlacionar com o tempo e o espaço. A importância do caminho sem a preocupação do fim!
5- Dito isto, fica provado que não tem nada a ver com trapos, mas com a magnifica essência de gerir os cacos que o quotidiano e a sua corrosão provocam em todos nós.
6- A elegância tem, sobretudo, a ver com a beleza que existe do lado de dentro da pele. Um lado que não se mostra, pelo contrario… Algo que se tenta esconder, mas que na terceira pessoa aparece exposto numa forma fotográfica. Se perguntarem à Raquel se ela se acha elegante, estou seguro que ela até tem dificuldade em entender a pergunta, mas para todos nós que a conhecemos, ou não, é uma constatação… quase redundância.
7- A Raquel valoriza o trabalho, a entrega incondicional, o respeito por tudo e todos. Para a Raquel somos todos ímpares, merecedores… e é essa sensação perene de sermos todos só pessoas, que faz com que o respeito dela por toda a gente seja tão singular.
8- A elegância não tem pontas dos pés… porque não se impõe. Vive na dialéctica do respeito, e isso, nos dias de hoje, já é uma vantagem!
9- Para terminar, vou reduzir tudo à dualidade que existe entre amor e medo.
A elegância da Raquel vem do amor que existe dentro dela, que sempre se sobrepôs ao medo, por mais difícil que isso seja.
O amor a tudo aquilo em que ela acredita, a família, o gesto de um amigo, a beijoca da nossa cadela, o mais jovem criador, o telefonema na hora certa, o “alô amiga” ao fim da tarde, uma peça que só viu por catálogo, um acordar cheio de sons que ela venera, ou o “sparkling” que só ela consegue ver… Dito de outra forma, a consciência tatuada que somos, todos, só pessoas.
Estou casado com a mulher que eu amo, e acontece que muitos de nós a consideramos (eu mais que ninguém). Este post é para agradecer a todos os que vêm aquilo que EU tenho o privilégio de viver. Bem haja a todos, o meu obrigado e quanto à Raquel… Sim, casava hoje, outra vez!… 😉
Parabéns meu amor, sei que para ti… será sempre a primeira e única vez!”

 

João Murillo

1 Comment

Leave a Reply to Andrea Baeta Cancel reply

Your email address will not be published.