Globos de Ouro

Começo por dar os Parabéns à Sic e à Caras pela vigésima gala dos Globos de Ouro, por vezes ainda me é difícil acreditar que já passaram vinte anos.

Hoje partilho convosco as minhas escolhas e também as motivações que me levaram a optar por este look.

Nunca escondi que nas minhas escolhas dou primazia aos aspectos emocionais, por isso o meu vestido, este ano, foi do criador nacional Pedro Pedro.
Já há algum tempo que planeávamos um desafio conjunto, e por isso foi o momento perfeito.
Depois de o ter visto em desenho fiquei seduzida, porque há um equilíbrio entre o conceptual e orgânico que resultou e respondeu, verdadeiramente, às minhas expectativas. A cor rosa claro dava a componente romântica que eu também gostava que estivesse presente. Os sapatos, como não podia deixar de ser, foram do Luís Onofre e tinham exactamente a mesma coloração do vestido.
Depois foi ousar nos acessórios, as peças da Swarovski Atelier Viktor & Rolf, contemporâneas e de um encarnado intenso e audaz, deram o apontamento de ousadia. Uma pequena provocação porque dizem… “não se deve misturar estas 2 cores”.
O cabelo apanhado pelo Duarte Menezes deixou que os brincos ganhassem outra expressão e para completar o anel duplo e a pulseira com cristais e veludo.

 

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A maquilhagem também teve um papel importante, pois a opção exigia que fosse mais discreta e por isso não esteve presente o eyeliner diário em negro, já a minha assinatura.
Um esfumado nos olhos e trabalhar a luminosidade da pele.
Nos lábios apenas um lip tint encarnado, misturado com bálsamo para não criar um efeito demasiado forte, apenas um toque de cor.

 

Imagens de ANDY DYO

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