Quando foi feito o convite de escolher a cor de cabelo a ser usada pelo público em geral, fiquei encantada.
Mas o processo é mais complicado do que imaginava.
Sem hesitação coloquei todas as questões quando faço uma coloração num cabeleireiro, e a responsabilidade foi crescendo quando percebi que existem ainda mais pormenores a ter em consideração.
O final do Verão, e a desidratação típica do cabelo que sofreu alterações na sua estrutura derivadas do sol em excesso, secador, sal do mar ou cloro da piscina. Será que pintar nesta fase seria o “golpe fatal” para a sua estrutura capilar?
Não pretendia grandes variações do tom, quando estou num ambiente de luz natural e luz artificial. Também tive em consideração o tom de pele e dos olhos. E por fim, queria uma tonalidade que realmente fosse quente mas sem ir buscar os tons encarnados, que por vezes me parecem artificiais.
Aprendi rapidamente que a nomenclatura que nós usamos em relação às cores está longe de ser a que pretendemos transmitir. Por isso, na maioria das vezes utilizamos exemplos de “coisas” para reproduzir o tom que pretendemos, ou levamos uma fotografia arrancada de uma revista (com tons que na maioria das vezes não existem!!).
O conceito de serviço expresso de coloração em 10 minutos com garantia de qualidade, cobertura total de brancos (sim!! Esses malvados!!) e rapidez de execução do “Igora Color10” era o produto que mais se adaptava a todas as minhas exigências.
O novo Fibreplex também foi uma descoberta inesperada e muito feliz. Este sistema funciona como um escudo protector, e o cabelo nunca reage de forma negativa.
Aqui vai:
Escolhi a tendência Layered Chic da coleção Essential Looks, uma técnica de pintar em layers que confere maior movimento ao cabelo.
A técnica de cor usada foi a de Face Framing (moldura de rosto) que tem como principal objectivo conferir luz à zona do rosto, num tom avelã (que resultou da mistura de uma castanho médio, castanho dourado e um louro escuro). Assim fugi da monotonia de um tom de cabelo uniforme e pouco natural.
No restante cabelo, foi aplicado um tom chocolate que vai de encontro ao meu tom de pele. Quando crescer também não cria aquele efeito de “cabelo por pintar”. E como vos disse anteriormente foi utilizada a coloração “Igora Color10”, que tem um tempo de pose de apenas 10 minutos!!
Em todo este processo de cor, foi usado o Fibreplex para reduzir a quebra do cabelo até 94%. No final o cabelo estava mais forte e até parecia que a sua espessura tinha aumentado.
Na imagem (sem filtros) tirada pelo Andy Dyo podem ver o resultado final, mas não fico por aqui … Desafio-vos a fazerem uma mudança de visual Xpress na Academia Schwarzkopf Professional Portugal gratuita e experimentarem o meu tom de cabelo. 😉
O lançamento do passatempo será depois de amanhã.
Fiquem atentas!!













