Os “Nins” da vida, daquela que gostávamos que não fosse a nossa.

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Tolero quase tudo, mesmo quase tudo!… Mas abro uma excepção.

Os “Nim”… Apre os “Nim”.

O “Nim” está, sociologicamente, para nós como a crise (de forma inerente), em franca expansão. Em crescendo meteórico, uma espécie de descoberta de água em Marte.

A sua príncipal característica, e por isso fácil de identificar, é a de não ter opinião, nem sim nem não.

A sua expressão facial raramente se altera, mesmo perante uma forte discussão de pontos de vista diferentes. Atenção nunca confundir um “Nim” com alguém que é pouco esperto. Um “Nim” consegue ser amigo de Deus e do Diabo. O “Nim” é sempre cinzento e pior que o “flop das cinquentas sombras cinzentas”.

O máximo que conseguimos de um “Nim” é um “dizem que sim/ou que não” (dizem na terceira pessoa, entenda-se), porque ele na realidade está a falar dos outros , não de si. No limite temos como resposta um “pois” mas sem qualquer esboço ou atrevimento em desenvolver.

Na realidade um “Nim” não “corre o risco”, nunca correrá nenhum tipo de ousadia de dizer o que pensa, a estratégia própria de quem dança conforme o que lhe dá “jeito”.

Eu desconfio dos “Nins”, confesso. Pior, eu sei que não me merecem qualquer confiança.

Tenho a certeza se tivessem que ser minhas testemunhas de qualquer situação e depois de muito espremido provavelmente diria “que não se lembra”, questionaria se seria ele mesmo a estar presente, etc.

Aliás esta é outra das características de um “Nim”, um problema gigante de memória. Nunca sabem ou souberam, muito menos existe lembrança disso.

Mas resumindo, é uma chatice ter que privar com aqueles que na expectativa de um pequeno favorecimento estão sempre em todos os tabuleiros da vida, e com a cabeça em todos os travesseiros. Eu não gosto mesmo disso e se um dia houver alguma justiça hão-de levar com um tabuleiro, sim desses com capacidade para lhes enterrar a cabeçorra no travesseiro. (ehehehheehe)

 

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