As minhas escolhas para a festa Iconic da Vogue Portugal.

Heart sleeves… Eu sei que, não era este look que estavam à espera… Ahahahahhah.

Parte da graça (atenção que em português também é usado para perguntar o nome 😉 ) era marcar uma posição sobre a identidade Portuguesa (vestido de denim Pedro Pedro em colaboração com a também portuguesa Aly John) e, historicamente, a maior relação que houve entre coração e moda. Finais dos anos 60 e a década de 70, o Woodstock, como um movimento contra cultura.

Cada vez que saio da minha zona de conforto é porque existe algo maior para dizer, faz parte das minhas convicções. É preciso sabermos que respeitar quem nos convida não deve ser uma escolha, nem uma obrigação, mas sim uma forma de enaltecer.

Porque não me quero alongar, termino que não ia de mamoca à mostra, não era pintura, nem tatuagem mas sim um bordado (com um coração central) feito pela artista Katerina Kornilova, de nacionalidade russa, e que foi encorpado na minha pele. Aproveito para salientar que os sapatos são Elisabetta Franchi, a clutch Manjerica, as jóias Swarovski, e o marido? É o mesmo, e eu gostei.

Ou seja, para mim… Chega e sobra 😉

Imagem de Andy Dyo

Styling de Rúben Osório

 

 

 

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